
2.9.09
25.8.09
das férias



Por aqui no campo vamos fazendo aquilo que mais gostamos. Longe do bulício, respira-se o silêncio só quebrado pelo chilrear dos pássaros e o mugir das vacas que pastam no campo ao lado. E aqui tão perto a agitação dos veraneantes em compras no centro comercial e na praia, a queimarem os últimos cartuchos da época balnear. Por vezes penso que este nosso pedaço do mundo fica num limbo que não consigo descrever. Parece desligado da vertigem do mundo real. É essa a sensação.
Mais um site com o portfolio de vários fotógrafos, de cortar a respiração.
16.8.09
coleccionismo


Não sou adicta do coleccionismo. A única coisa que coleccionei fervorosamente foram os cromos do Vicking na escola primária. Mas tenho que reconhecer que os nossos achados na natureza , vão-se amontoando quase como uma colecção de pequenas preciosidades. E não, não matei o insecto da caixa, encontrei-o no chão devidamente embalsamado por uma aranha meticulosa e trabalhadora!
10.8.09
bienal de cerveira




De passagem pelo minho fomos este fim de semana visitar a XV Bienal de Cerveira.
Soube bem voltar novamente.
Muito curiosas as esculturas de cêra logo no início da exposição, de um realismo impressionante! Tão realistas que quando fotografámos foi a uma distância socialmente aceitável, pois inicialmente pensámos que eram mimos, falávamos entre nós em surdina " Já fotografaste?" " Tiras tu ou eu?"" Eu tiro..." Respeitosamente então lá fotografámos e curiosamente a senhora não ficou nada incomodada com o flash, nem pestanejou...
Obras de Paulo Neves, Rui Chafes, Jorge Vieira entre outros 264 artistas distribuidos este ano noutros espaços expositivos - Caminha, Valença, Monção, Melgaço, Paredes de Coura e na cidade espanhola de Tui. Por isso as duas galerias habitualmente usadas para a bienal pareciam um pouco vazias...,até 27 de Setembro.
Mais fotografias aqui.
Aproveitámos também para dar um salto à feira semanal sempre animada com a presença dos nossos vizinhos espanhóis ( sou suspeita, pois tenho uma grande costela espanhola, a minha avó materna era sevilhana de gema!). Não sei se estarei certa, mas esta feira por ser na raia é um pouco diferente das que conheço. Pelas pessoas e pelos produtos que por lá se vão encontrando. Algum artesanato português ainda genuíno da zona de Barcelos em madeira talhada e cestaria. Também nos produtos de retrosaria, alguns achados, as rendas de algodão dos anos setenta made in Porto. Do resto nada de novo.
8.8.09
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