



Soube bem voltar novamente.
Muito curiosas as esculturas de cêra logo no início da exposição, de um realismo impressionante! Tão realistas que quando fotografámos foi a uma distância socialmente aceitável, pois inicialmente pensámos que eram mimos, falávamos entre nós em surdina " Já fotografaste?" " Tiras tu ou eu?"" Eu tiro..." Respeitosamente então lá fotografámos e curiosamente a senhora não ficou nada incomodada com o flash, nem pestanejou...
Obras de
Paulo Neves,
Rui Chafes,
Jorge Vieira entre outros 264 artistas distribuidos este ano noutros espaços expositivos - Caminha, Valença, Monção, Melgaço, Paredes de Coura e na cidade espanhola de Tui. Por isso as duas galerias habitualmente usadas para a bienal pareciam um pouco vazias...,até 27 de Setembro.
Aproveitámos também para dar um salto à feira semanal sempre animada com a presença dos nossos vizinhos espanhóis ( sou suspeita, pois tenho uma grande costela espanhola, a minha avó materna era sevilhana de gema!). Não sei se estarei certa, mas esta feira por ser na raia é um pouco diferente das que conheço. Pelas pessoas e pelos produtos que por lá se vão encontrando. Algum artesanato português ainda genuíno da zona de Barcelos em madeira talhada e cestaria. Também nos produtos de retrosaria, alguns achados, as rendas de algodão dos anos setenta made in Porto. Do resto nada de novo.