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30.7.10

* aveiro ll *

Aveiro Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro
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aveiro

E também é sinónimo de cor, muita cor.

As duas primeiras fotografias foram tiradas naquele que hoje é o Museu de Arte Nova. Existem vários exemplares na cidade com este estilo arquitectónico.

Nunca me hei-de esquecer daquele painel de azulejos, pois numa aula de Educação Visual no 5º ano, a professora levou a nossa turma a esta casa para nos iniciarmos no desenho à vista. Foi aí que o bichinho do desenho se instalou definitivamente em mim. Até hoje.


* aveiro l *

Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro
Aveiro

Aveiro é sinónimo de luz e água.


26.7.10

* lifestyle *


Detalhes inspiradores:

1. via My Ideal Home.
2 e 3. via Roland Persson.

* hot *

☀
☀

Calor, muito calor. Este é o dia mais quente do ano.

E porque calor combina com refeições leves e saborosas partilho este blogue que encontrei através da Ana.


20.7.10

* pelos caminhos de portugal *

Barca d'Alba
Barca d'Alba
Barca d'Alba
Barca d'Alba
Barca d'Alba
Barca d'Alba

Fotografias digitalizadas de uma viagem à velha estação de Caminhos de Ferro em Barca d' Alva datada de Agosto de 2000. O facto de estar abandonada não lhe retira a beleza decadente. E a paisagem envolvente é de cortar a respiração com o rio Douro logo ali em baixo e a sensação de estar em terra de ninguém. A raia provoca-me este tipo de sentimento é sempre uma mistura de duas identidades culturais diferentes, esbatidas por esta singularidade.

Esta viagem foi feita no nosso 2 CV da altura. Sempre por estradas secundárias percorremos o país e conhecemos sítios deste Portugal profundo em milhares de kilómetros percorridos neste carro. Sítios mágicos, perdidos no tempo, como as Termas de S. Lourenço de águas quentes e sulfurosas, com um tanque de pedra onde o santinho velava a bica de onde jorrava a bendita água. Uma dúzia de casas e um café onde as moscas eram os únicos seres que quebravam o silêncio.

Lembro-me também daquele quarto no Alentejo que alugámos a uma velha anciã para pernoitarmos uma noite, com um tecto lindíssimo, as famosas abóbadas alentejanas. E das andorinhas que escolheram viver no beiral desta casa. Lembro-me do alvorecer ruidoso da passarada e da luz alaranjada nas fachadas brancas das casas.

E de Vilar de Perdizes quando acampámos com o carro no adro de uma igreja, solução encontrada pelo município para acolher os visitantes que vinham para o Congresso de Medicina Popular.

E muitas, muitas paragens em sítios indescritíveis.

Recordo-me de uma vez o carro fazer uma birra debaixo de uma chuva torrencial e resolver parar de vez debaixo de um pontão. Estávamos no distrito de Santarém. A solução foi aguardar e meter mãos à obra a rever e a limpar os contactos eléctricos. Fora isto, foi sempre um bom companheiro, Portugal e Espanha em estradas secundárias eram o seu território. Temos saudades destas viagens.